Completa em soluções e tecnologias especiais para a área, a Movimat (Feira de Intralogística, Movimentação, Armazenagem, Embalagem de Materiais, Tecnologia da Informação e Serviços) ocorreu de 2 a 5 de agosto, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, na capital paulista. Em sua 26ª edição, o evento traz temas como automação, serviços logísticos, o uso da tecnologia de informação, embalagem e transferência de itens. Com cerca de 200 expositores, a mostra destaca ainda palestras como o ?Seminário Logismat ? Logística na Prática?, que aconteceu no dia 4 de agosto, e traz cases de sucesso de grandes empresas como John Deere, Siemens e Kopenhagen.
De acordo com os organizadores, sob o grande tema da intralogística, o enfoque do evento foi principalmente na apresentação de melhores práticas, já que na área a real importância não é refletida em investimentos e sim nas operações. ?Nos últimos anos, a evolução da logística para a gestão da cadeia de suprimentos (supply chain management) ganhou espaço nas organizações e encanta até hoje profissionais dos mais diferentes segmentos, com sua abordagem abrangente e estratégica. Porém, é importante valorizar e estudar as operações em um nível de profundidade que só a intralogística permite?, explica Eduardo Banzato, diretor da mostra. ?As melhores práticas de intralogística demandam um elevado conhecimento humano e tecnológico para que as soluções encontradas nos mais diferentes projetos considerem não apenas uma operação que funcione de forma eficiente, mas de forma eficaz?, ressalta.
Na práticaAo realizarem o estudo e verificarem de perto o processo, identificando as perdas e etapas nas quais elas poderiam ser ?enxugadas?, os autores analisaram e detalharam que o fluxo de movimentação anterior do material (produção, embalagem e despacho) poderia ser alterado. Assim, visando eliminar desperdício e, por conseqüência diminuir o custo estrutural da empresa em questão, foi realizado o mapeamento do fluxo de valor do item produzido. Por este mapeamento chegou-se à conclusão que a distância de 1.800 metros existente entre a linha e o despacho poderia ser diminuída para 700 metros, com a transferência da atividade de reembalagem para ser realizada diretamente no ponto de fabricação, ou seja, no próprio departamento de carroceria.
Entre os benefícios da ação e da nova estrutura de fluxo do produto para a companhia analisada, destaque para:
Outros resultados puderam ser mensurados:
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